Cortando de forma imponente a região agreste do estado de Pernambuco, a Serra das Russas é uma das passagens rodoviárias mais célebres e tecnicamente exigentes da rodovia federal BR-232, ligando a movimentada região metropolitana de Recife ao interior do estado pernambucano. A grandiosa obra de engenharia civil que transpõe esse acidente geográfico é monumental, composta por grandes viadutos elevados que vencem vales profundos e curvas acentuadas que proporcionam aos condutores uma visão impressionante dos desfiladeiros circundantes ao longo de todo o trajeto. Para quem anda de motocicleta, esse trecho exige uma pilotagem active e extremamente focada do início ao fim, devido à combinação de curvas desafiadoras com a presença de tráfego pesado de veículos comerciais. A neblina que cobre a serra no fim de tarde exige atenção máxima com a visibilidade.
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Fonte da imagem: Wikimedia Commons
A pilotagem técnica na movimentada Serra das Russas
Realizar a descida da serra de maneira totalmente segura requer o controle absoluto da aceleração e a utilização inteligente do freio motor da motocicleta, evitando que as pastilhas e discos de freio sofram desgaste prematuro ou percam eficiência por fadiga térmica nas descidas mais íngremes. O pavimento asfáltico, embora duplicado em grande parte, sofre danos constantes causados pelo tráfego de caminhões sobrecarregados, gerando ondulações perigosas na pista e eventuais resíduos de óleo nas curvas que demandam trajetórias defensivas por parte do piloto. Rajadas de ventos laterais fortes nos viadutos altos também representam um desafio de estabilidade física, exigindo braços firmes no guidão da moto. Mantenha-se sempre posicionado no centro da faixa de rolagem para evitar surpresas. Para obter mais informações sobre modelos recomendados para essas expedições, consulte o portal da honda.com.br.
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Fonte da imagem: Wikimedia Commons
Cuidados essenciais ao trafegar pela Serra das Russas
Excetuando as dificuldades normais do tráfego rodoviário diário, a beleza natural que contorna as montanhas é de tirar o fôlego, com a vegetação local mudando gradativamente de mata Atlântica para a vegetação de caatinga conforme avançamos em direção ao interior pernambucano. Municípios vizinhos como Gravatá e Bezerros oferecem pontos de parada excelentes para os motociclistas descansarem, tomarem um café bem forte e trocarem experiências de estrada com outros viajantes de moto. Equipar a moto com sinalizadores visuais adequados e manter os faróis acesos ajuda preventivamente a aumentar sua visibilidade em meio ao trânsito pesado. A parada para provar os tradicionais queijos e doces da região é indispensável para revigorar o corpo. Para planejar melhor sua jornada e conhecer outras rotas espetaculares pelo país, visite a página de Serras.
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Fonte da imagem: Wikimedia Commons

Motociclista a 2 anos, foi trilheiro e amante de motos dois tempos até andar de quatro tempos.